
Procura-se um marido. Daqueles que se oferece para lavar a louça depois de fazer um jantar maravilhoso, que convida para ir naquele restaurante delicioso e depois curtir um cinema, que seja inteligente, culto, engraçado, simpático, charmoso, maduro e competente. Daqueles que liga antes de dormir pelo menos uma vez por semana, só pra dizer que está com saudade, que não perde a vontade de aproveitar cada momento, que planeje um futuro promissor e que não desiste quando as coisas não dão certo. Daqueles que corra atrás quando reconhece os erros, e que, apesar de todas as ofertas, escolha a fidelidade.
Não citei em nenhum momento o estereótipo, nem o dinheiro. E nem falei em desespero de estar solteira. O erro da maioria das mulheres: se apegar aos detalhes irrelevantes, que na verdade não são base para nenhum relacionamento sério. Sabe, ultimamente não tenho visto pessoas com conteúdo. Seríamos hipócritas ao dizer que não sentimos atração pelos bonitos, ricos e galanteadores.
Todos nós temos defeitos, e os homens, pela ordem da natureza, tem necessidades, vontades e desejos muito diferentes dos nossos, por tanto não faz sentido julgar ou dizer que nenhum presta. A verdade é que devemos parar de conviver num mundo pequeno, sem questionar ou pensar sobre a forma com que vemos nossos atuais ou futuros companheiros. Se a verdadeira atração vem de sentimento, se o amor é cego, então vamos aprender a viver de felicidade plena e muitos beijos e amasso fidedignos. [...]
(Juliana Gonçalves)
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